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	<description>reorganizações urbanas</description>
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		<title>Espaço Vida, Beba</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 23:38:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebaprafrente</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[espaço]]></category>
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		<description><![CDATA[O que chamamos de Espaço Vida é uma proposição de um viver estético, um viver resignificando sua própria postura com os objetos e pessoas em período constante e que não se restringe aos profissionais das artes. Uma postura ativa e política com o mundo e sociedade, se atentando para o espaço “entre” ao invés dos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-71"></span>O que chamamos de Espaço Vida é uma proposição de um viver estético, um viver resignificando sua própria postura com os objetos e pessoas em período constante e que não se restringe aos profissionais das artes. Uma postura ativa e política com o mundo e sociedade, se atentando para o espaço “entre” ao invés dos fins e começos.  Entender-se como produtor/construtor no tempo e espaço em que se circula/ocupa. Estar atento aos fenômenos diários objetivos e subjetivos.</p>
<p>A preocupação formal do objeto ou do resultado é deixada de lado, ou interessa àqueles que irão obter sustento financeiro, ou procurar serem inteligíveis a partir desses trabalhos e que são profissionais artistas.</p>
<p>O que pode se prever como produtos são antes, frutos de relações que partem do homem e a materialidade: registros de ações condensadas em um suporte variável ou simplesmente vida. (Troca de vida e energia).</p>
<p>Dessa forma o que interessa é o estar presente no local. Ter liberdade individual para criar sem esquecer-se como Ser coletivo.</p>
<p>Assim pretende-se que a relações humanas se transformem e que a arte se amplie para todos, sendo uma realidade cotidiana.</p>
<p><strong>viabilização</strong></p>
<p>Para que o sujeito possa exercer seu “estar presente”, ou produção constante, é necessário que haja uma reforma social de distribuição e aumento de renda e diminuição da carga horária de trabalho. Pois dessa maneira o sujeito poderá ampliar suas relações espaciais e temporais, e aumentar potencialmente sua relação fenomenológica também nos espaços que já ocupa e freqüenta.</p>
<p>A questão financeira é um ponto crítico para o desenvolvimento desse pensamento porque é intrinsecamente ligada ao fator tempo. E esse atrelado ao fator espaço.</p>
<p>Dessa forma a falta de capital, irá acarretar na falta de tempo e espaço para se desenvolver como sujeito ativo ou construtor do Espaço Vida próprio e coletivo.</p>
<p>Beba<br />
julho  2009</p>
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		<title>Sobre Improviso, Beba</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 23:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebaprafrente</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>

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		<description><![CDATA[Considero um trabalho, da série Reorganizações Urbanas, com um caráter de improviso quando esse surge da relação local e direta entre: o proponente e o material encontrado.
O fenômeno existindo como tal.
Esses materiais podem ser encontrados ao acaso ou podem ser vistos anteriormente.
O que não deve existir, para que haja o improviso, é uma conceituação formal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-75"></span>Considero um trabalho, da série Reorganizações Urbanas, com um caráter de improviso quando esse surge da relação local e direta entre: o proponente e o material encontrado.</p>
<p>O fenômeno existindo como tal.</p>
<p>Esses materiais podem ser encontrados ao acaso ou podem ser vistos anteriormente.</p>
<p>O que não deve existir, para que haja o improviso, é uma conceituação formal a priori. Digo a priori, pois, obviamente, haverá uma apresentação formal dessa ação improvisada. Mas essa existirá do jogo estabelecido entre as duas partes. Será antes um registro de uma relação, do que uma maneira estabelecida de se relacionar.</p>
<p>Portanto, as Reorganizações Urbanas possuem por essência, dois caminhos distintos processuais.</p>
<p>Um que tem em sua origem estratégica de feitura, desenvolver um conceito.</p>
<p>Ex: áreas isoladas, áreas caixas, áreas caçambas.</p>
<p>Outro que existe pelo já citado anteriormente.</p>
<p>Os problemas que se colocam são:</p>
<p>Como existir no improviso?</p>
<p>Como não criar regras de improviso?</p>
<p>O improviso pressupõe um “não apego” ao formalismo do objeto.</p>
<p>Pressupõe a liberdade total e uma inventividade idem.</p>
<p>O que é por demais penoso ao cenário artístico brasileiro: ao mercado e à vários artistas.</p>
<p>Beba<br />
maio 2009</p>
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		<title>Sobre Espaços, Beba</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2009 23:39:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebaprafrente</dc:creator>
				<category><![CDATA[arte]]></category>

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		<description><![CDATA[O espaço é uma questão ampla e pode ser abordada de diversas maneiras.
Falarei um pouco sobre: o espaço físico, sua existência e sua potência como tal.
A criação de um espaço, ou a deflagração de um espaço já existente, proporciona às partes envolvidas um estágio de inter-relação.
(pelo simples fato desse ocorrido já é previsível que uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span id="more-73"></span>O espaço é uma questão ampla e pode ser abordada de diversas maneiras.</p>
<p>Falarei um pouco sobre: o espaço físico, sua existência e sua potência como tal.</p>
<p>A criação de um espaço, ou a deflagração de um espaço já existente, proporciona às partes envolvidas um estágio de inter-relação.</p>
<p>(pelo simples fato desse ocorrido já é previsível que uma troca haverá, pois pressupõe um verbo que indica uma ação: criação e deflagração)</p>
<p>O espaço físico, em especial o urbano, tem se tornado o foco das propostas da dupla bebaprafrente. As proposições/obras da dupla têm existido principalmente na criação/deflagração de espaços.</p>
<p>Sejam eles através de imagens, ações, vivências.</p>
<p>A criação de um espaço muitas vezes pode ser não compreendida objetivamente num primeiro momento, porém, sua existência é justificada por proporcionar justamente um novo espaço de reflexão. Um espaço novo carregado de perguntas ao invés de respostas.</p>
<p>A deflagração, no entanto, trás a tona “um lugar” despercebido e gera também um novo movimento nos envolvidos. Por trazer algo à tona, nada mais faz do que evidenciar algo já visto, já conhecido (não confundir já conhecido com já entendido).</p>
<p>Dessa forma e através disso é que surge a potência de que: o espaço é uma possibilidade de ajuste entre o espectador e a arte. (arte aqui num sentido ampliado de postura estética, política etc)</p>
<p>Criar um espaço é, portanto, criar uma relação.</p>
<p>Essa potência é o que nos interessa: a troca, a vida, o amor.</p>
<p>Beba<br />
maio 2009</p>
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